Bem-Vindos ao único fast-food que não engorda

Tuesday, January 20, 2009



Que todo mundo erra é fato, mas o ex-presidente americano George W. Bush abusou do direito. Quando perguntado durante o seu ultimo encontro com a imprensa o que ele considerava de mais positivo do seu mandato, ele tomou uma pausa e respondeu: "Foi quando eu pesquei um largemouth bass (tipo de peixe- sem tradução para o português) no meu rio".

Aqui, eu reuni os momentos do ex-presidente que, na minha opinião, representam o pior do seu governo. Não sei quais foram suas motivações, mas aqui vão as minhas especulações.

• Aquecimento global é castigo divino
Em 2001, Bush se recusou a assinar o Protocolo de Kyoto que demandava que os paises diminuíssem a emissão de gases-estufa na atmosfera.

• Torturas? Nada, só uns tapinhas
Bush desrespeitou a Convenção de Genebra, que proibia  tortura de prisioneiros de guerra e que fora assinada pelos EUA. O ex-presidente afirmou que o acordo de Genebra não poderia ser usado no "combate contra os inimigos". Fazendo isso, ele abriu as portas para uso de torturas durante interrogatórios.

• São Pedro não checou meu calendário
O furacão começou durante as suas ferias de verão. Porém, ao invés de checar os estragos pessoalmente e comandar uma ação imediata, ele preferiu assistir de longe, ou melhor, das alturas, quando passou de avião pela área afetada na sua volta à Washigton.

• Me mostre a grana que eu te dou um descontinho
Ao reduzir os impostos dos ricos e aumentar o dos pobres, George W. Bush só contribuiu para aumentar a desigualdade social no país

• Sexo é o anti-cristo
Como resposta ao aumento de DSTs e de gravidez na adolescência, o ex’presidente abriu uma organização que encourajava jovens a terem relações sexuais somente depois do casamento.
  • Oscar consolação
Em 2001, os Estados Unidos se retiraram da Conferência
 da ONU contra o Racismo, a Xenofobia e a Intolerância 
Correlata, o que causou certo furor na comunidade negra americana. Resposta: um oscar consolação à Halle Berry and Denzel Washington por dois filmes, digamos, de gostos duvidosos.

• ONU? Lá quem manda sou eu
Invadir o Iraque com a justificativa que aquele país possuia armas de destruição de massa e o invadiu sem 
a autorização do Conselho de Segurança da ONU.


Aponte as diferenças presentes nas duas fotos abaixo.

O que você encontrou?

Eu encontrei na foto da direita um Obama de sobrancelha e cabelos grisalhos, com pés-de-galinha, rugas e dobras na testa, ao contrário do charmoso Obama da direita que nós mulheres nos encantamos.

O presidente americano não está ainda com o rosto envelhecido e cansado, mas de certo também aparenta mais o rosto relaxado e jovial do início de sua campanha à presidência.

A foto à direita é uma projeção feita pela rede de TV CNN de como o presidente Barack Obama estará quando completar quatro anos do seu governo. De acordo com o médico em bem-estar da Clínica de Cleveland, Michael Roizen, enquanto exercendo o cargo, um presidente Americano envelhece duas vezes mais rápido que nós, simples mortais.

Com o passar dos anos no cargo, segundo o doutor Roizen, e com as altas demandas do trabalho, os ombros caem, a energia física começa a se esgotar e os sinais da idade e cansaço começam a aparecer.

Barack Obama tem 47 anos de idade, se ele vier a exercer o cargo por oito anos, ele terá envelhecido dezesseis anos ao final de dois mandatos, ou seja, ele estará com 55anos de idade, porém com aparência de um vovô de 63 anos!

Brincadeiras à parte, desejo ao novo presidente sabedoria para tomar as decisoes necessarias e saber escutar,condição indispensável para o sucesso.


Clique aqui para conferir o processo de envelhecimento dos outros presidentes americanos

Sunday, January 11, 2009



Queridos, já faz um tempinho que não passo pelo blog, mas nos últimos dois meses estava atolada com os trabalhos finais da faculdade e me preparando para viajar ao Brasil. Trabalhos prontos e já de volta a Nova Iorque, resolvi que era o momento de voltar ao mundo “Jazz and Fries”.

Recentemente, eu filmei um documentário chamado “Invisível” onde discuto o assunto Imigração sobre a ótica de brasileiros que, por motivos diferentes, vieram para os Estados Unidos. “Invisível” é um filme de 16 minutos onde a câmera funciona somente como um espectador. É a visão dos imigrantes sobre a cultura americana e com americanos, como se adaptaram ao país e, principalmente, como eles se vêem no novo lugar.

Em entrelinhas, eu também discuto a relevância do conceito e das leis de Imigração no mundo globalizado de hoje onde, de acordo com a ONU, 2% da população mundial vive fora de seu país de origem.

Reunir a família. Este foi o motivo que trouxe Rosa e seus dois filhos do Brasil para os Estados Unidos há três anos para reencontrar o marido. No novo país, ela arrumou um trabalho, eles alugaram uma casa maior no subúrbio americano, compraram um carro e as crianças começaram na escola nova.



Diferente de Rosa, a razão que trouxe Carlos a “America” foi a oportunidade de uma vida melhor. Sua cidade natal, Governador Valadares, tem o maior índice de habitantes que emigraram para os Estados Unidos. La, ele trabalhava como editor gráfico de um jornal local, mas como tantos outros, Carlos acreditava no sonho americano e não hesitou quando teve a oportunidade de vir para o país.

O universitário Nelson tem 19 anos, fala português com sotaque e inglês como americano, mas tem visto a chance dos seus sonhos se tornarem realidade cada vez mais distante porque não possui uma carteira de identidade americana.

A única diferença entre Carlos, Rosa e Nelson dos milhares de imigrantes que chegam anualmente aos Estados Unidos é que eles são considerados ilegais no país. Eles fazem parte de uma estatística de mais de 12 milhões de pessoas que vivem nos Estados Unidos sem a documentação apropriada.

Eles possuem casa própria, carro, são consumidores ativos, mas não são vistos como parte integrante da sociedade americana. Eles são um grupo aparte. Eles lêem jornais brasileiros, tem vizinhos brasileiros freqüentam missas em português e até trabalham para negócios brasileiros. Como Carlos definiu bem: “E como morar em um Brasil gelado”.

Em breve vocês assistirão o documentário completo. Enquanto o dia não chega, aqui vai um curto trailer para aumentar a sua curiosidade.




Os astros anunciaram que 2008 seria um ano complicado para o mundo. Crise financeira, aquecimento global, mais uma ano de Bush e o inicio de Eduardo Paes e sabe-se la mais o que nos assola. Os orixás, mais exatos, me contaram que seria um ano difícil para o mundo, mas também de grandes mudanças que fariam que 2009 chegasse colorido. Mas, entre nos, eu confesso que 2008 foi generoso com essa que vos fala.

Casei, arrumei um trampo, fiz amigos novos, virei vegetariana, passei o Natal em família e, para fechar com chave de ouro, Yes, we can!

Escutar mais. Esta será a minha dedicação neste ano. Em 2009, o mundo precisa de mais entendimento, compreender as diferenças sem ser conivente a indiferença.

Desejo a todos muita paz, saúde, sucesso e transformações positivas em 2009.
Axé!

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