O nome nao era muito atraente- Barack Hussein Obama. Negro, filho de imigrante africano e jovem, ele ganhou os holofotes com ideias insanas de mudanca e esperanca como, por fim a duas guerras que ja duram sete anos, proporcionar melhorias nos sistemas de educacao e saude e, finalmente, por uma redistribuicao economica mais justa.

Por sua crenca, foi taxado de socialista. Rapidamente, ele rebateu: “Se porque dividi o meu sanduiche na escola com um amigo sou considerado socialista, entao acredito que sou um deles”.

Ha 138 anos foi garantido o direito ao homem negro de votar, mas com limitacoes. Em 1964 foi aprovada a 24º emenda que tornava ilegal a cobranca de taxas eleitorais, o que dificultava o negro a exercer o seu direito de votar. Cinquenta e tres anos atras Rosa Parks foi presa por se recusar a ceder o seu assento no onibus para um homem branco acendendo o movimento pelos direitos civis e a luta de Dr. King. E, em 2008, Barack Hussein Obama foi eleito o 44º presidente dos Estados Unidos.

As barreiras raciais cairam? Provavelmente, nao. Mas aqueles que olham a capacidade excederam os que veem a cor da pele.

A tarefa de governar um pais afundado em uma crise financeira, onde a cada dia milhares de pessoas perdem as suas casas por nao poderem mais arcar com a hipoteca ou vao a falencia porque o plano de saude nao cobre o tratamento do Cancer nao sera facil. Mas Obama foi eleito porque ele viu o que estava errado no pais.

A esperanca venceu o racismo.